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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Passeri
Parvordem: Passerida
Família: Turdidae
 Rafinesque, 1815
Espécie: T. subalaris

Nome Científico

Turdus subalaris
(Seebohm, 1887)

Nome em Inglês

Eastern Slaty Thrush


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Sabiá-ferreiro

O sabiá-ferreiro é uma ave passeriforme da família Turdidae Também conhecido como molafaca, ferreirinho, sabiá-cinza, sabiá-azulina e sabiá-campainha.

Seu nome significa: do (latim) Turdus = Tordo; e do (latim) subalaris = asa pequena. ⇒ Tordo de asas pequenas.

Características

Mede cerca de 21 centímetros. Este sabiá é muito mais ouvido do que visto. Voz: chamado tsêk; canto de timbre metálico; grito metálico alto e freqüentemente repetido, que soa variadamente com uma martelada na bigorna, um guinchado de dobradiça velha ou como um sino não ressoante.

Possui o lado superior cinzento oliváceo e a cabeça anegrada; a garganta branca, densamente rajada com riscas quase negras. O peito cinzento, barriga branca. A fêmea parda, parecida com a de Turdus amaurochalinus (sabiá-poca).

Alimentação

Hábitos alimentares: frutos e pequenos artrópodes.

Reprodução

Hábitos reprodutivos…

Hábitos

Passa seu tempo quase que exclusivamente nas matas, onde prefere os galhos baixos das copas das árvores.

Distribuição Geográfica

Ocorre da Argentina, Paraguai e Bolívia localmente até o Rio de Janeiro(Itatiaia) e Minas Gerais, durante o inverno, Goiás e Mato Grosso (alto Xingu)(SICK,1997), sendo espécie muito comum em localidades no Estado do Rio Grande do Sul, como Gramado-Canela e no Parque Nacional Aparados da Serra, locais onde também foi constatado por nós, sendo facilmente ouvida, principalmente no final da primavera e início do verão, época de procriação. Ave migratória de rota pouco conhecida, mas que passa o inverno nas regiões centrais e parte do sul da Amazônia, retornando ao Estado sulino para procriar, segundo SICK (1997). No retorno vem parando em fragmentos florestais, onde fica alguns dias, já vocalizando, como observamos anteriormente no Parque Estadual da Cantareira (SANTOS,2010b), também no Estado de São Paulo, e como nos informou Jacques Vielliard (com. pess.), e ainda como relata SICK.(RIBEIRO)

Referências

Rafinesque, 1815) na Serra do Japí, Estado de São Paulo,Brasil. Publicação on line, www.aultimaarcadenoe.com.br – maio 2010, São Paulo,SP,Brasil Acesso em 30 jun. 2013

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